19 novembro, 2007
Que legal, acabei de ver que minha última postagem tinha sido naquele momento surto mothern descontrol que acabou sendo muito bacana para mim. Depois daquilo eu me ganhei de novo. Estou super vaidosa, voltei a namorar meu marido, emagreci 10 quilos (estou juntando forças para os próximos 15!), cortei e pintei meus cabelos e melhor de tudo, me apaixonei ainda mais pela Laura. É incrível (dãããhr, descobri a pólvora), dá pra ser mãe e mulher ao mesmo tempo. Parece óbvio, mas só passando pela experiência para sentir como isso é desafiador.
Mães, menos, please!!!
Gente, só mesmo uma grande indignação para me fazer voltar ao blog! É claro que tenho várias histórias da Laura pra contar, mas o que eu vi hoje na recepção de um pediatra foi revoltante. Uma mãe falou pro seu filho dar um abraço no novo amigo. Só que ela não falou abraço, ela falou "úpa". "Filho dá um ´úpa` no amigo!". Ah, caramba, abraço é A-BRA-ÇO, não é "úpa". Revoltante....
06 junho, 2007
Encontros, desencontros e a arte de encontrar-se com si mesma...
A maturidade traz alguns benefícios na vida e neste momento eu sou grata pela minha. O que poderia ser um surto descontrol, muito calmamente está virando uma estratégia de ação. Falo da depressão pós-pós-pós-parto, que no meu caso mais poderia se chamar de "depressão pré-1 ano da Laura".
Quem me conhece de pertinho sabe que há alguns anos eu tinha uma figura corpórea de dar inveja a algumas atrizes globais, visto que a rotina era casa-faculdade-malhação. Aí veio namoro, casamento, muita independência de mãe e pai, compras de supermercado regadas a coca-cola, biscoitos e tudo o mais que acompanha este momento "tô podendo" e os muitos quilos a mais que apareceram como consequência natural deste tipo de ação.
Ai veio a história da gravidez, em que a gente fica naturalmente linda (todas ficam, sem exceção!) e eu estava vivenciando o auge do reencontro com meu corpo, pois os enjôos me deixavam mais esbelta, só com a barriga aparecendo. O peso ia aumentando, mas era como se tivesse emagrecido quase uns 10 kg na gravidez, visto o shape do rosto e dos braços.
Depois que o neném nasce, resta aquela barriga horrenda super fácida, like belly jelly, mas a gente tem a desculpa do "recém-parida". Não pode fazer nenhuma dieta drástica, tem que manter a saúde legal, mas socialmente existe a desculpa da forma fofinha.
Minha deprê de momento representa um certo basta nas desculpas e uma vontade grande de me reencontrar com a Roberta shapeada. O papel de mãe acaba sendo de protagonista, toma a nossa vida de assalto. Mas não é o único, longe disso. Neste momento é preciso resgatar a esposa, a profissional em tudo o que isso representa em termos de saúde e de estética. De barriga-à-espera-do-segundo-filho ou barriga-acabei-de-ter-neném, quero passar a "uau, como ela está beeeeeem". É possível?
Os empurrões: consultei meu amigão, irmão camarada, que me respondeu no tom pedido, curto e grosso, o quanto eu havia detonado minha pobre figura corporal. Consultei o marido, que, by de way, está malhando e está lindo (!), o qual foi direto ao ponto: "se você não encontra roupas que te sirvam em lojas normais e tem que ficar garimpando peças em lojas especiais, é sinal de que alguma coisa está errada". Consultei o futuro, que me perguntou: "quanto tempo você quer viver para curtir a Laura?" e assim por diante.
A minha filha Hares também precisa que eu esteja melhor. O mundo corporativo fica mais generoso e, cá entre nós, dar treinamento em forma é muito mais confortável.
Não sou Fênix para ressurgir das cinzas, não sou wonder-woman para lutar contra os inimigos abomináveis da gula e da preguiça, mas sou mais uma mãe a começar o longo período de readaptação e volta a si mesma. Se a gente consegue fazer malabarismos com uma mão só enquanto segura o filho com a outra, se a gente consegue inventar as mais diversas músicas em 2 segundos, o que é emagrecer alguns (vários ou muitos) quilos?
A motivação virá de uma baixinha cheirosa, que tem cabelos de baunilha, uma pele macia e quentinha, olhos profundos de tão seculares, um sorriso malandro e levado e que me chama de mamã. Precisa mais???
Quem me conhece de pertinho sabe que há alguns anos eu tinha uma figura corpórea de dar inveja a algumas atrizes globais, visto que a rotina era casa-faculdade-malhação. Aí veio namoro, casamento, muita independência de mãe e pai, compras de supermercado regadas a coca-cola, biscoitos e tudo o mais que acompanha este momento "tô podendo" e os muitos quilos a mais que apareceram como consequência natural deste tipo de ação.
Ai veio a história da gravidez, em que a gente fica naturalmente linda (todas ficam, sem exceção!) e eu estava vivenciando o auge do reencontro com meu corpo, pois os enjôos me deixavam mais esbelta, só com a barriga aparecendo. O peso ia aumentando, mas era como se tivesse emagrecido quase uns 10 kg na gravidez, visto o shape do rosto e dos braços.
Depois que o neném nasce, resta aquela barriga horrenda super fácida, like belly jelly, mas a gente tem a desculpa do "recém-parida". Não pode fazer nenhuma dieta drástica, tem que manter a saúde legal, mas socialmente existe a desculpa da forma fofinha.
Minha deprê de momento representa um certo basta nas desculpas e uma vontade grande de me reencontrar com a Roberta shapeada. O papel de mãe acaba sendo de protagonista, toma a nossa vida de assalto. Mas não é o único, longe disso. Neste momento é preciso resgatar a esposa, a profissional em tudo o que isso representa em termos de saúde e de estética. De barriga-à-espera-do-segundo-filho ou barriga-acabei-de-ter-neném, quero passar a "uau, como ela está beeeeeem". É possível?
Os empurrões: consultei meu amigão, irmão camarada, que me respondeu no tom pedido, curto e grosso, o quanto eu havia detonado minha pobre figura corporal. Consultei o marido, que, by de way, está malhando e está lindo (!), o qual foi direto ao ponto: "se você não encontra roupas que te sirvam em lojas normais e tem que ficar garimpando peças em lojas especiais, é sinal de que alguma coisa está errada". Consultei o futuro, que me perguntou: "quanto tempo você quer viver para curtir a Laura?" e assim por diante.
A minha filha Hares também precisa que eu esteja melhor. O mundo corporativo fica mais generoso e, cá entre nós, dar treinamento em forma é muito mais confortável.
Não sou Fênix para ressurgir das cinzas, não sou wonder-woman para lutar contra os inimigos abomináveis da gula e da preguiça, mas sou mais uma mãe a começar o longo período de readaptação e volta a si mesma. Se a gente consegue fazer malabarismos com uma mão só enquanto segura o filho com a outra, se a gente consegue inventar as mais diversas músicas em 2 segundos, o que é emagrecer alguns (vários ou muitos) quilos?
A motivação virá de uma baixinha cheirosa, que tem cabelos de baunilha, uma pele macia e quentinha, olhos profundos de tão seculares, um sorriso malandro e levado e que me chama de mamã. Precisa mais???
03 junho, 2007
A primeira viagem de avião da Laura
Agora que me dei conta de que estou devendo as fotos da primeira viagem de avião da Laura para SP, quando visitamos a família na Praia Grande, litoral sul.
Assim que tiver um tempinho organizo as fotos para colocar no blog.
Assim que tiver um tempinho organizo as fotos para colocar no blog.
O retorno da Mamãe
Na semana passada eu passei por mais uma daquelas grandes provas de fogo de uma mãe: ficar longe de seu bebê. Passei 3 dias fora e na volta eu já estava bastante ansiosa para ver a Laura. Mas ao contrário do que fiz da última vez em que tive que viajar a trabalho, quando levei álbum de fotografia e ficava olhando para as fotos o tempo todo, desta vez eu realmente me forcei a não ficar pensando nela. Acho que à medida em que o vínculo aumenta, mais difícil é aguentar a saudade. A solução foi, portanto, me concentrar no trabalho. A sorte é que eu estava fazendo o que eu mais gosto de fazer, o que ajudou bastante.
Correu tudo bem, os dias passaram bem rápido e na volta ela me recebeu com um sorriso inesquecível.
Este vídeo foi feito logo depois que eu cheguei. Ela estava indo para o quarto na minha direçào e o Felipe ficou filmando atrás.
http://video.google.com/videoplay?docid=5088316739866193124
Correu tudo bem, os dias passaram bem rápido e na volta ela me recebeu com um sorriso inesquecível.
Este vídeo foi feito logo depois que eu cheguei. Ela estava indo para o quarto na minha direçào e o Felipe ficou filmando atrás.
http://video.google.com/videoplay?docid=5088316739866193124
16 maio, 2007
15 maio, 2007
Encontro de Mamães, Papais e Bebês
No último sábado fizemos uma farra gostosa lá em casa com os amigos do colégio, esposas e respectivas bebês. Todas meninas! Foi um barato poder colocar o papo em dia, trocar dicas e curtir as pequenas.
Ah, e nada mais consolador para pais de primeira viagem do que saber que outros pais passam pelas mesmas coisas que nós.
Para os nossos amigos um super beijo! E para as princesinhas um aperto gostoso nas bochechas.


Ah, e nada mais consolador para pais de primeira viagem do que saber que outros pais passam pelas mesmas coisas que nós.
Para os nossos amigos um super beijo! E para as princesinhas um aperto gostoso nas bochechas.


14 maio, 2007
19 abril, 2007
Contando ninguém acredita!
Eu já contei para algumas pessoas, mas entendo que seja difícil mesmo de acreditar. A Laura faz pose para tirar fotos, é uma coisa impressionante. Aqui está o exemplo. Ela faz careta para comer frutas, pois prefere comidas salgadas. Aí nós batemos rápido a primeira foto para pegar a careta dela quando sentiu o gosto da banana. A foto seguinte foi tirada imediatamente após a primeira, quando ela percebeu a máquina fotográfica. Não é o máximo? Ah, o cabelo em pé é porque tínhamos acabado de tirar a chuquinha da cabeça.


O bico da mãe.....
Isso já foi à noite, no auge das peripécias.
Muitos dentes...
O sono
Laura tem fases boas e fases ruins para o sono. Quando está para nascer um dente, nossas noites ficam bem complicadas. Ela faz uma manha gigantesca, quer dormir com a gente ou ficar no colo e no peito o tempo todo.
Apesar das críticas (que são sempre bem vindas, claro!) e depois de termos desistido por um tempo, voltamos com a técnica do berço e tem funcionado. Colocamos a Laura ainda acordada no berço, ela resmunga um pouco, às vezes chora, mas logo percebe que a gente não vai voltar. Aí ela mesma deita na posição preferida dela, fica fazendo um carinho na boneca e logo adormece. A gente só faz isso quando ela realmente não dorme no colo ou no peito, porque na maioria das vezes ela dorme sossegada e aí é só a gente colocá-la no berço.
Pensei muito sobre esta questão, conversei muito com a família e principalmente com o Felipe e nós chegamos à conclusão de que era mesmo o melhor caminho. Só quem tem que trabalhar cedo no dia seguinte, tem reuniões importantes, enfim, tem compromissos profissionais sérios, sabe o desespero de você passar a noite acordada, ver o dia clarear, sem conseguir dormir, por causa da manha de um filho. Eu chegava tremendo no trabalho, derrubava tudo, num mal humor terrível, por não ter dormido direito. O Felipe foi ficando com olheiras profundas. Começou a não fazer sentido, porque até a relação com a Laura ficou comprometida. Eu já estava sem paciência com ela, ficava rezando para o horário da creche não acabar, isso sim é que estava ruim. Com a técnica, voltamos a conversar, voltamos a dormir e ela fica bem humorada de manhã. Ou seja, todos ganharam. É lógico que dói o coração ouvir o bebê chorando no berço, mas o saldo tem sido bem positivo.
Apesar das críticas (que são sempre bem vindas, claro!) e depois de termos desistido por um tempo, voltamos com a técnica do berço e tem funcionado. Colocamos a Laura ainda acordada no berço, ela resmunga um pouco, às vezes chora, mas logo percebe que a gente não vai voltar. Aí ela mesma deita na posição preferida dela, fica fazendo um carinho na boneca e logo adormece. A gente só faz isso quando ela realmente não dorme no colo ou no peito, porque na maioria das vezes ela dorme sossegada e aí é só a gente colocá-la no berço.
Pensei muito sobre esta questão, conversei muito com a família e principalmente com o Felipe e nós chegamos à conclusão de que era mesmo o melhor caminho. Só quem tem que trabalhar cedo no dia seguinte, tem reuniões importantes, enfim, tem compromissos profissionais sérios, sabe o desespero de você passar a noite acordada, ver o dia clarear, sem conseguir dormir, por causa da manha de um filho. Eu chegava tremendo no trabalho, derrubava tudo, num mal humor terrível, por não ter dormido direito. O Felipe foi ficando com olheiras profundas. Começou a não fazer sentido, porque até a relação com a Laura ficou comprometida. Eu já estava sem paciência com ela, ficava rezando para o horário da creche não acabar, isso sim é que estava ruim. Com a técnica, voltamos a conversar, voltamos a dormir e ela fica bem humorada de manhã. Ou seja, todos ganharam. É lógico que dói o coração ouvir o bebê chorando no berço, mas o saldo tem sido bem positivo.




























