Laura chegou!

Ela é linda, fofa, interessante, cheia de carinhas engraçadas. Tem um rostinho de boneca e já consegue ser muito doce. Seu cabelinho tem cheiro de baunilha! Sua presença já é imensa na nossa casa! Ela é a Laura, minha "filha filha", o maior presente que eu poderia ter recebido nesta vida. Acho que eu sou a mãe mais apaixonada do mundo. Apaixonada pela Laura e pelo Pai da Laura, co-autor desta obra preciosa.

28 agosto, 2006

"Pé de galinha não mata pinto!"

Esta é uma frase que a minha mãe tem dito para mim repetidas vezes quando eu expresso alguma insegurança em relação aos cuidados com a Laura. Primeiro foi em relação ao banho, no medo de "quebrá-la" quando ela ainda era muito pequenininha ou no medo dela escorregar da minha mão ou se afogar. E é verdade, parece que tem alguma coisa protegendo a gente, reforçando os cuidados. Mas dizem que criança cega a gente e deve ser verdade mesmo. Eu fico sempre atenta à Laura, mas ela é danadinha, já se vira muito e prega algumas peças. Noutro dia eu fui vê-la no berço e percebi que ela tinha se virado de bruços e estava com a cabeça enfiada no travesseiro. Nós tínhamos feito o "charutinho" com ela no cueiro e ela não conseguia usar as mãos para se desvirar. Tomei um sustão! E olha que a gente a coloca para dormir sempre de lado e aparada por aqueles rolinhos de berço.

Ontem eu estava tão cansada que dei a mamada da noite deitada com ela na cama. Entre meio acordada e meio dormindo, fui curtindo estar com ela tão aconchegada do meu lado. Acordamos à 1 da manhã para uma outra mamada e aí é que eu me dei conta de que, com ela dormindo comigo, eu corria o risco de machucá-la, sei lá, se de repente eu rolasse por cima das suas mãozinhas e pezinhos. Foi aí que minha mãe repetiu: "pé de galinha não mata pinto!". Acho que ela tem razão!